A partir dos novos pressupostos de cuidado criados com o movimento da Reforma Psiquiátrica, diferentes práticas clínicas foram desenvolvidas em busca de favorecer a autonomia dos sujeitos com transtornos psiquiátricos que, até então, ficavam trancados em manicômios, excluídos da sociedade.
O acompanhante terapêutico (AT), antes intitulado atendente psiquiátrico, auxiliar psiquiátrico e amigo qualificado, surge como uma dessas iniciativas em prol dos doentes mentais e é trazido para o Brasil no fim da década de 70, a partir do movimento iniciado na Argentina.
Com o passar dos anos, vemos que o AT é um recurso que tem se mostrado fundamental e eficaz para a prática da reintegração social.